Uma edição especial de O Livro dos Espíritos, com nova tradução e notas de rodapé inéditas, é uma das principais ações que a Federação Espírita Brasileira (FEB) programou para 2007, quando se comemoram os 150 anos da Doutrina Espírita. O Livro dos Espíritos – marco inicial do Espiritismo – foi lançado por Allan Kardec no dia 18 de abril de 1857, em Paris, França.
O lançamento da nova tradução de O Livro dos Espíritos vai acontecer nos dias 9 e 10 de dezembro de 2006 e assinala a abertura das comemorações dos 150 anos do Espiritismo na Federação Espírita Brasileira. A nova tradução – que foi apresentada na reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB, de 10 a 12 de novembro passado – é assinada por Evandro Noleto Bezerra. Secretário-Geral da FEB, Noleto já traduziu os doze volumes da Revista Espírita editados por Allan Kardec. A tradução de Noleto é fruto de um dedicado trabalho de pesquisa nos originais franceses existentes na Biblioteca de Obras Raras da FEB. Essas alterações acham-se claramente definidas e explicadas pelo tradutor ao longo das páginas correspondentes do livro, sob a forma de notas de rodapé. “Na seqüência da 12ª edição do original francês, incluindo a 13ª, de 1865 e durante todo o restante período em que Allan Kardec esteve encarnado, não consta ter havido qualquer outra modificação, o que torna definitiva essa 12ª edição”, explica o tradutor. Noleto optou por um texto direto, sem inversões, e buscou atualizar algumas expressões usadas por Guillon Ribeiro e que atualmente estão em desuso na língua portuguesa, mas preservando a exatidão do texto original francês. A FEB publicava, até então, apenas a tradução do seu ex-presidente, Luiz Olímpio Guillon Ribeiro. Uma obra clássica, que tem como marca registrada a linguagem refinada. Engenheiro civil, poliglota, jornalista e vernaculista, aos 28 anos de idade Guillon teve sua competência como escritor reconhecida publicamente por Ruy Barbosa, em discurso pronunciado na sessão de 14 de outubro de 1903. A razão do elogio: o impecável trabalho de Guillon na revisão do Projeto do Código Civil brasileiro. Ele traduziu, ainda, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, A Gênese e Obras Póstumas, todos de Allan Kardec. Fonte: Federação Espírita Brasileira - FEB
A Federação Espírita Brasileira divulgou em seu site www.febnet.org.br uma mensagem direcionada a todos os espiritas. Confira texto abaixo:
MENSAGEM AOS ESPÍRITAS
Assunto: Preservação dos Princípios Doutrinários na Prática Espírita
“É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.”
Bezerra de Menezes (Mensagem “Unificação”, psicografia de
Francisco Cândido Xavier – Reformador, agosto 2001)
Considerando que as idéias espíritas, tais como reencarnação, imortalidade, comunicação com os Espíritos e vida após a morte, têm sido alvo de interesse geral, propiciando à mídia a divulgação de filmes, teatro, livros e notícias de fatos ocorridos, que mostram, cada vez mais, a certeza dessas verdades que a Doutrina Espírita revela há 150 anos;
Considerando que essa promoção é perfeitamente compatível com os propósitos do Movimento Espírita que é o de colocar ao alcance e a serviços de todos a mensagem consoladora e esclarecedora da Doutrina Espírita, dando sentido à vida e trazendo respostas às inquietações de muitos seres humanos com tendência ao suicídio, à violência, ao uso das drogas e à desagregação familiar;
Considerando que, com a divulgação feita pela mídia, independentemente da ação do Movimento Espírita, é natural que um número cada vez maior de pessoas procure os núcleos espíritas, interessado em aprofundar-se no conhecimento dos ensinos doutrinários e em receber a assistência, o esclarecimento e a orientação de que necessita, bem como preparar-se para o trabalho voluntário, na assistência e promoção social, no atendimento aos que necessitam de amparo espiritual e em outras atividades;
Considerando que esta circunstância oferece ao trabalhador espírita a oportunidade de intensificar o desenvolvimento de suas tarefas voltadas ao estudo, à difusão e à prática do Espiritismo, consciente de que a convicção do ser humano quanto à sua condição de Espírito imortal é fundamental para ajudá-lo a atravessar esta fase de transição em que nos encontramos, quando se prepara a Humanidade para ascender à condição de mundo de regeneração;
Considerando que o Centro Espírita continua a ser o núcleo básico da difusão espírita, propiciando espaço para todas as atividades de atendimento e de estudo aos interessados em receber os benefícios da Doutrina Espírita, tal como foi revelada pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec e nas obras que, seguindo suas diretrizes, lhe são complementares e subsidiárias,
O CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL, EM SUA REUNIÃO DE 10 A 12 DE NOVEMBRO DE 2006, RECOMENDA:
1 – que os dirigentes e trabalhadores espíritas intensifiquem os seus esforços no sentido de colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviços de todos os homens, divulgando os seus ensinos com o propósito de esclarecer fraternalmente, sem impor e sem pretender converter a quem quer que seja;
2 – que procuremos aprimorar, ampliar e multiplicar os núcleos espíritas, utilizando toda a sua potencialidade no atendimento às necessidades de assistência, de conhecimento, de estudo e de orientação que os seres humanos apresentam;
3 – que no desenvolvimento da tarefa de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita:
3.1 – estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas;
3.2 – trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, impondo silêncio aos nossos ciúmes e às nossas discórdias, para não prejudicar e nem retardar a execução do trabalho, em qualquer área de atividade em que nos encontremos;
3.3 – mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios. É lícito, justo e conveniente orarmos em benefício de alguém que nasce, de um casal que assume compromissos matrimoniais ou de alguém que retorna à vida espiritual. Não é lícito, todavia, sacramentarmos esses gestos, chamando-os de “batizado espírita”, “casamento espírita” ou “funeral espírita”, mesmo quando se apresentam sob aparente legalidade. As instituições que se classificam como espíritas, têm o dever decorrente de pautar a sua prática dentro dos princípios contidos nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, e tem o direito constitucional de preservar a sua autonomia e liberdade de ação na execução desses princípios. O Espiritismo não tem sacerdotes e nas atividades verdadeiramente espíritas a ninguém é dado o direito de consagrar atos ou fazer concessões, seja em nome de Deus, de Jesus, dos Espíritos Superiores ou da própria Doutrina Espírita;
3.4 – colaboremos com os órgãos públicos e com a sociedade em geral, em todas as suas ações marcadas pelos propósitos de solidariedade e de fraternidade, visando a assistência e a promoção material, social e espiritual do ser humano, preservando e praticando, todavia, a integridade dos princípios e objetivos doutrinários espíritas que caracterizam a instituição;
3.5 – relacionemo-nos com os representantes e seguidores de todos os segmentos religiosos, procurando construir a base de um convívio salutar, marcado pelo respeito recíproco e pela fraternidade, base fundamental para a construção de uma sociedade em que a multiplicidade de convicções sociais, filosóficas ou religiosas não seja impedimento para a coexistência fraterna.
Com isto estaremos vivenciando e preservando plenamente os princípios da Doutrina Espírita.
CFN – Brasília, 12 de novembro de 2006.
O mês de novembro é destaque na AECX por comemorações históricas da Casa. A Associação Espírita Célia Xavier chega aos seus 61 anos de trabalho e colaboração nos ensinos da Doutrina.
Mas outro importante destaque deste mês são os 38 anos de nossa Mocidade, completados no último sábado, dia 18.
Registramos aqui os parabéns a toda essa rapeizi que faz parte deste time rico em amizade, alegria e “Comprometa-se!”.
Nesta terça, dia 21, discutiremos a seguinte bibliografia:
Primeira parte: Evolução PI ( continuação)
CONTINUA A PERGUNTA: E O MINERAL?
1. LE ( dos tres reinos) Cap XI
2 Evoluçao em 2 mundos Cap 1, 3 , 5. e segunda parte Cap XVIII última pergunta.
3 A gênese: Cap XI, pag 297 - Princípio Vital
4 O pensamemto de Emmanuel ( Peralva pág 101 a 104.)
5 Emmanuel/Emmanuel: Sobre os animais pág 93
Segunda parte (“Relacionamento Afetivos”):
Continuamos o debate sobre "Traição", infidelidade, Ciúmes, baixa auto-estima, etc...
A partir deste mês o Blog da Mocidade oferece uma nova modalidade para se ter as bibliografias dos estudos. Agora você pode “baixar” os conteúdos completos. Basta clicar nos links abaixo e com o botão direito do mouse selecionar “salvar destino como”. Pronto. O arquivo será salvo no seu computador na pasta desejada.
Na edição de hoje, dois materiais apresentados no IV Ciclo, sobre Sexualidade, ficam disponíveis para consulta. Foram os estudos realizados no mês passado, sobre “Instinto Sexual”, pelos colegas Ricardo e Felipe Lessa. Confira:Link 1Link 2
O encontro de ontem, no Célia, foi bastante “acalorado”, positivamente falando. Na primeira parte, a questão dos “Princípios Inteligentes” (PI’s) foi abordada de forma ampla, elucidando questionamentos como a evolução dos animais em outros planetas.
Veja o que ficou definido para todos os integrantes estudarem para a próxima terça, dia 14:
- Encontre nas bases da Doutrina Espírita (livros de Kardec, André Luiz e Emmanuel) onde têm o Princípio Inteligente nos minerais.
E para a segunda parte do Grupo, com o tema “Relacionamentos afetivos”, cada participante deve levantar questões acerca da “traição”, observando os casos de traição física (desde o beijo até uma relação sexual) como também a traição que tem como conseqüência a “renúncia” de uma das partes.
Já comece a pensar e leve suas colocações para o super debate entre a galera!
Matéria Sugerida por Francisco Fontoura (III Ciclo)
Recentemente, o colega do III Ciclo, Francisco Fontoura (Chico), constatou um fato: ao acessar o site de buscas “Google”, digitando “Associação Espírita Célia Xavier”, o nome de nosso Blog aparecia em terceiro lugar na lista de referências.
Mas, devido ao bom número de acessos ao aecx.blogspot.com, o Blog da Mocidade AECX passou a ocupar o primeiro lugar na listagem do Google, quando digitamos o nome completo de nossa Casa de Célia.
Parabéns a Mocidade AECX e ao Chico pela importante observação.
Clique na imagem acima para ampliar.
Após intensos debates acerca da matéria ainda no contexto dos reinos mineral e vegetal, chega a vez de introduzirmos no tema “Espírito”. E pra não perdermos tempo, anote aí a bibliografia que iremos seguir na primeira parte de nosso grupo a partir de hoje, às 20 horas, na AECX.
Abaixo, seguem os tópicos retirados de A Gênese, que podem ser lidos por aqui mesmo. Já as questões de O Livros dos Espíritos, devem ser pesquisadas na obra conforme indicação a seguir:
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Do mundo espírita ou mundo dos espíritos
Cap. I – Parte Segunda
Págs. 99 até 104 – perguntas 76 a 92
A Gênese – Allan Kardec
União do princípio espiritual à matéria
Cap. XI (pág. 241 em algumas edições e 211 em outras)
Itens 10/11/12 e 13 (listados abaixo)
10. — Tendo a matéria que ser objeto do trabalho do Espírito para desenvolvimento de suas faculdades, era necessário que ele pudesse atuar sobre ela, pelo que veio habitá-la, conto o lenhador habita a floresta. Tendo a matéria que ser, no mesmo tempo, objeto e instrumento do trabalho, Deus, em vez de unir o Espírito à pedra rígida, criou, para seu liso, corpos organizados, flexíveis, capazes de receber todas as impulsões da sua vontade e de se prestarem a todos os seus movimentos.O corpo é, pois, simultaneamente, o envoltório e o instrumento do Espírito e, à medida que este adquire novas aptidões, reveste outro invólucro apropriado ao novo gênero de trabalho que lhe cabe executar, tal qual se faz com o operário,a quem é dado instrumento menos grosseiro, à proporção que ele se vai mostrando apto a executar obra mais bem cuidada.
11. — Para ser mais exato, é preciso dizer que é o próprio Espírito que modela o seu envoltório e o apropria às suas novas necessidades; aperfeiçoa-o e lhe desenvolve e completa o organismo, à medida que experimenta a necessidade de manifestar novas faculdades; numa palavra, talha-o de acordo com a sua inteligência. Deus lhe fornece os materiais; cabe-lhe a ele empregá-los. É assim que as raças adiantadas têm um organismo ou, se quiserem, um aparelhamento cerebral mais aperfeiçoado do que as raças primitivas. Desse modo igualmente se explica o cunho especial que o caráter do Espírito imprime aos traços da fisionomia e às linhas do corpo.
12. — Desde que um Espírito nasce para a vida espiritual, tem, por adiantar-se, que fazer uso de suas faculdades, rudimentares a princípio. Por isso é que reveste um envoltório adequado ao seu estado de infância intelectual, envoltório que ele abandona para tomar outro, à proporção que se lhe aumentam as forças. Ora como em todos os tempos houve mundos e esses mundos deram nascimento a corpos organizados próprios a receber Espíritos, em todos os tempos os Espíritos, qualquer que fosse o grau de adiantamento que houvessem alcançado, encontraram os elementos necessários à sua vida carnal.
13. — Por ser exclusivamente material, o corpo sofre as vicissitudes da matéria. Depois de funcionar por algum tempo, ele se desorganiza e decompõe. O princípio vital, não mais encontrando elemento para sua atividade, se extingue e o corpo morre. O Espírito, para quem, este, carente de vida, se torna inútil, deixa-o, como se deixa uma casa em ruínas, ou uma roupa imprestável.
Em relação a segunda parte, seguem os mesmo tópicos já anunciados aqui no Blog.
Foi realizado na tarde de domingo, 29 de outubro, o Concurso de Logomarca e Música-Tema da COMEBH 25 Anos, na Fraternidade Espírita Irmão Glacus, no bairro Padre Eustáquio. E com muita alegria a união e a amizade da rapeizi do Célia Xavier foi premiada com uma importante conquista: a logomarca oficial da COMEBH 2007, escolhida pela maioria dos presentes, é uma criação da Mocidade AECX.
Elaborada pelo colega, o Sr. Pafúncio Tiburcino, mascote nas campanhas assistenciais da Mocidade, a logo “25 anos trabalhando com Jesus” será a marca de todas as regionais da COMEBH, em homenagem ao vigésimo quinto aniversário do encontro.
“É importante ressaltar que, apesar desta logo ter sido criada em nossa Casa de Célia, a marca escolhida já pertence a todos os jovens espíritas de Belo Horizonte que verdadeiramente buscam o caminho da fraternidade e levam à COMEBH suas qualidades como amizade, respeito e comprometimento com a Doutrina que nos ensina o caminho do amor através do trabalho em favor do próximo”, afirma Pafúncio.
Confira acima em primeira mão aqui no Blog da Mocidade AECX a imagem que estará estampada nos materiais de divulgação e na camiseta oficial da COMEBH 2007, a ser realizada entre os dias 17 e 21 de fevereiro do próximo ano.
Nesta terça teremos mais um encontro do Grupo de Estudos AECX – Obras básicas. Na semana passada, tivemos mais uma rodada de debates bastante produtivos. No encerramento da primeira parte, mais uma pergunta ficou no ar, feira pela colega Mariana Guimarães (I Ciclo): “Como a pedra evolui?”
E para enriquecermos a discussão, confira a bibliografia sugerida, tendo como introdução a questão n.5, do Livro “O Consolador”(Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier):
- Nos chamados movimentos brownianos (clique aqui e saiba mais sobre isto), bem como nas atrações moleculares, poderemos observar manifestações da espiritualidade?
Resposta de Emmanuel: Nos chamados movimentos brownianos, bem como nas atrações moleculares, ainda não poderemos ver, propriamente, manifestações de espiritualidade, como princípio de inteligência, mas fenômenos rudimentares da vida em suas demonstrações de energia potencial, na evolução da matéria, a caminho dos princípios anímicos* (*pertencente ou relativo a alma, psíquico), sob a bênção de luz da natureza divina.
Logo após, leia os seguintes tópicos na ordem apresentada abaixo:
- A Gênese – Allan Kardec – Cap. I – “Caráter da Revelação Espírita” – pág. 29 – item 16 / Cap. VI – “A Criação Universal” – pág. 134 – itens 17 e 18 / Cap. VII – “Esboço Geológico da Terra” – pág. 172 – item 18
- O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Cap. IV - "Do Princípío Vital" - questões 60 a 67, mais a 70.
Segunda parte – Relacionamentos afetivos
Na segunda parte, também temos mais uma questão para o debate, formulada por Leandro Vieira (III Ciclo): “Quando em um relacionamento (seja família, amigos ou parceiro(a)), podemos dizer “eu te amo?”
Elucidando a questão, segue a pergunta 322, também de “O Consolador”. Analise a pergunta e leve sua resposta para o Grupo:
- Há uma gradação do amor no seio das manifestações da natureza visível e invisível?Atenção: Os tópicos que ainda não foram debatidos nas semanas anteriores continuam na pauta dos debates. Fique ligado!
O último encontro entre os jovens deu o tom de como será o Grupo de Estudos daqui pra frente: muitas discussões sadias e inteligentes acerca dos fundamentos básicos da Doutrina. E a coisa “pegou fogo” na última terça, sendo que dois pontos centrais marcaram as duas partes do Grupo.
Na primeira parte, em que “Matéria” é o tema central, entre as seis questões do Livros dos Espíritos a serem estudas, somente duas foram comentadas, sendo que a 27 rendeu ótimas colocações, como a de Vitor Filogônio, do I Ciclo: “se Deus é eterno, Ele estaria desde a eternidade criando ‘coisas’?”. Essa indagação ficou no ar para que todos tragam suas respostas.
Na segunda parte, em que o tema central é “Relacionamentos Afetivos”, novamente outros bons tópicos foram abordados e outro colega, agora do III Ciclo, lançou mais um questionamento: “nós amamos de forma fragmentada? Amamos por partes?”, perguntou Renan Dias.
Pois então prepara-se para mais um encontro, que promete novas discussões. Pra quem ainda não conhece o Grupo mas gostaria de participar, basta comparecer às terças, de 20h às 21h15 e acompanhar aqui no Blog as bibliografias que estão sendo acompanhadas.
Confira o que será debatido neste dia 17:
1ª parte: Livro dos Espíritos, perguntas 27, 30, 31, 33 e 34
2º parte: avaliar e comentar os seguintes tópicos:
- Em toda comunicação afetiva, recorde a regra áurea: “não faça a outrem o que não deseja que outrem lhe faça”.
- Não arme ciladas para ninguém, notadamente nos caminhos do afeto, porque você se precipitará dentro delas.
- Não queira a sua felicidade ao preço do alheio infortúnio, porque todo desequilíbrio da afeição desvairada será corrigido, à custa da afeição torturada, através da reencarnação.
Francisco Cândido Xavier (André Luiz) Sinal Verde Cap. 45 pág. 103
- Os conflitos de que são portadores (os homens) os levam a uma atitude isolacionista, resultado da insatisfação e constante irritabilidade contra tudo e todos. Crêem não merecer o amor de outrem e, se tal acontece, assumem o estranho comportamento de acreditar que os outros não lhe merecem a afeição, podendo traí-los ou abandoná-los na primeira oportunidade. Quando se vinculam, fazem-se absorventes, castradores, exigindo que os seus afetos vivam em caráter de exclusividade para eles. São desse modo, relacionamentos perturbadores, egocêntricos.
Divaldo Franco (Joanna de Angelis) O Homem Integral Cap. 07 pág. 120
- O mais importante, na relação do casal, é o nível de ternura, de amizade, de bem-querer, de respeito, de confiança que hajam desenvolvido na vida em comum, tanto que a inter-relação meramente fisiológica pode ser conseguida com qualquer outro ser, mas o complemento nutriente, que confere saúde, encantamento pela vida e paz, somente se consegue obter quando os corpos que se unem servem a almas que se amam num quadro de dedicações recíprocas.
Raul Teixeira (Camilo) Educação & Vivências Cap. 12 Pág. 82
Foi por pouco. Apenas um gol a mais na disputa de pênaltis deu o título ao Centro Espírita Bezerra de Menezes que passou um verdadeiro sufoco ao empatar com o Célia Xavier em 1 a 1 no tempo normal da final.
Levando em conta que a média de idade da equipe campeã e as demais era bem mais alta do que a Mocidade AECX (o torneio foi muito mais “inter-reuniões mediúnicas” do que “inter-mocidades”), o mérito do vice-campeonato foi ainda mais expressivo.
Aliás este foi um dos poucos pontos falhos da competição: a falta de controle em relação a idades e a membros realmente freqüentes em suas respectivas mocidades. De resto a organização realizada pela Fraternidade Albino Teixeira teve seus méritos, ao promover um encontro de muita confraternização e espírito esportivo.
O Célia já começou bem pela manhã, em que venceu por W X O (1 a 0) a Mocidade Espírita Irmã Fabíola, já que seus atletas não compareceram. Mas não foi só de sorte que a AECX viveu no feriado: garra e talento de sobra marcaram a atuação da nossa Mocidade na competição.
Na primeira partida, conta os anfitriões, a Fraternidade Albino Teixeira (Mocidade Vovô Felício), Hélton Fernandes (II Ciclo) com dois gols e Daniel Sarsur (I Ciclo), cravaram os três tentos que deram a vitória ao Célia por 3 a 1. Detalhe curioso é que o gol de honra do Albino foi marcado por Leandro Vieira (III Ciclo), também da Mocidade AECX, mas que atuou junto aos amigos do Vovô Felício.
Nas semi-finais, contra os colegas do “O Consolador”, o jogo foi bastante difícil e o Célia saiu em desvantagem. Mas, Alex Machado (IV Ciclo) deixou tudo igual e partida foi para os pênaltis – com a “muralha” Felipe Lessa (III Ciclo) no gol e com as pontarias afiadas da rapeizi, a Mocidade AECX carimbou o passaporte para as finais ao vencer por 3 a 2 as cobranças.
Chegou o grande momento: a final. Do outro lado a equipe mais “forte” do torneio. O Bezerra havia vencido sua partidas anteriores por goleada. Eram francosfavoritos, mas esbarraram numa equipe jovem, rápida e muito unidade em campo.
E foi o Célia que abriu o escore, com um gol de Ramon Nogueira (IV Ciclo). O jogo foi duro e muito disputado e era nítido o nervosismo do adversário. No segundo tempo, o Bezerra de Menezes empatou, levando a partida para os pênaltis.
Mas uma vez as cobranças foram equilibradas, com muitos erros de ambos as equipes, mas no final, o Bezerra fez um gol a mais e levou o título.
Mesmo assim e, surpreendendo aos outros, a torcida do Célia fez mais barulho e vibrou como se fossem os campeões. O sentimento que ficou no ar era de que, além de amigos, existiam irmãos dentro e fora do campo.
Uma vez Chico Xavier disse, “os livros não me trouxeram dinheiro, mas me deram muitas amizades, que é o verdadeiro valor que o homem pode conquistar”. Fazer parte da Mocidade AECX é compreender o real sentido que o velho Chico quis dizer sobre a palavra amizade.
Henrique Monteiro dá show de habilidade no ataque e entorta adversário
Felipe Lessa se prepara para mais uma defesa
Rafael Bertolacini (DJ Bertô) fica atento para roubar a bola de Vilmar Vilaça (O Consolador)
A taça de campeão não veio, mas a Mocidade AECX garantiu dois troféus para a galeria dos craques: melhor jogador e goleiro menos vazado da competição.
“Ão ão ão o Mateus é xerifão”. Com esse bordão, a torcida mais animada presente na quadra deu o tom aos jogos do Célia. Mateus Palhano (III Ciclo) foi um verdadeiro Leão na zaga, podendo ser comparado ao paraguaio Gamarra. Retirava todas as bolas da defesa sem fazer falta, em um show de categoria.
Felipe Lessa também brilhou em quadra. O habilidoso atacante se mostrou muito eficiente também no gol e deu muita segurança para a linha defensiva do Célia Xavier.
O Blog da Mocidade AECX parabeniza a cada personagem, seja em campo ou na torcida, que fez do feriado de 12 de outubro uma tarde de muita alegria e união. Parabéns Célia! Parabéns rapeizi!
O coordenador da Mocidade Vovô Felício (Albino Teixeira), André Luiz, entrega o troféu de "melhor jogador" do torneio para Mateus Palhano
O Grupo de Estudos de terça à noite inicia a sua proposta de dividir o encontro em duas partes. Na primeira, sempre serão estudadas as obras básicas, visando um aprofundamento nos conceitos da Doutrina Espírita.
O tema de hoje será “Matéria”. Confira as questões do Livros dos Espíritos a serem lidas para hoje:
Perguntas: 22 27 30 31 33 34
Já para a segunda parte, em que teremos o “Debate Livre”, o assunto escolhido foi “Relacionamento afetivos” e os tópicos que serão debatidos seguem abaixo:
- Não tente padronizar as necessidades afetivas dos outros por suas necessidades afetivas, porquanto embora o amor seja luz uniforme e sublime em todos, o entendimento e posição do amor se graduam de mil modos na senda evolutiva.
- Em toda comunicação afetiva, recorde a regra áurea: “não faça a outrem o que não deseja que outrem lhe faça”.
- Não arme ciladas para ninguém, notadamente nos caminhos do afeto, porque você se precipitará dentro delas.
- Não queira a sua felicidade ao preço do alheio infortúnio, porque todo desequilíbrio da afeição desvairada será corrigido, à custa da afeição torturada, através da reencarnação.
Francisco Cândido Xavier (André Luiz) Sinal Verde Cap. 45 pág. 103
- Os conflitos de que são portadores (os homens) os levam a uma atitude isolacionista, resultado da insatisfação e constante irritabilidade contra tudo e todos. Crêem não merecer o amor de outrem e, se tal acontece, assumem o estranho comportamento de acreditar que os outros não lhe merecem a afeição, podendo traí-los ou abandoná-los na primeira oportunidade. Quando se vinculam, fazem-se absorventes, castradores, exigindo que os seus afetos vivam em caráter de exclusividade para eles. São desse modo, relacionamentos perturbadores, egocêntricos.
Divaldo Franco (Joanna de Angelis) O Homem Integral Cap. 07 pág. 120
- O mais importante, na relação do casal, é o nível de ternura, de amizade, de bem-querer, de respeito, de confiança que hajam desenvolvido na vida em comum, tanto que a inter-relação meramente fisiológica pode ser conseguida com qualquer outro ser, mas o complemento nutriente, que confere saúde, encantamento pela vida e paz, somente se consegue obter quando os corpos que se unem servem a almas que se amam num quadro de dedicações recíprocas.
Raul Teixeira (Camilo) Educação & Vivências Cap. 12 Pág. 82
O feriado do dias das crianças não poderia ser mais animado. Nesta quinta, 12 de outubro, será realizado o Torneio de Futebol entre Mocidades Espíritas da Grande BH. Seis Casas participam da competição, que será também um encontro de confraternização.
E a rapeizi vai marcar presença. A Mocidade AECX montou uma verdadeira seleção e os craques do Célia Xavier já estão no pique para a disputa.
Os jogos serão disputados na quadra “Bola na Rede”, no bairro Jaraguá, próximo a concessionária Vernon (Peugeot) e a UFMG. O endereço é rua Intendente Câmara, 100, tendo a av. Antônio Carlos como referência (indo para a Pampulha, um pouco antes do aeroporto).
O torneio começa às 8 horas e vai até às 17, com pausa para almoço, que será feito no local com um valor de no máximo sete reais, para quem preferir esta opção.
É recomendável que cada um leve seu próprio lanche (mesmo esquema do Interativas) e também protetor solar.
E atenção: será feita uma “concentração” na porta do Célia Xavier, às 07h30. Não deixe de marcar presença!
Agora é só curtir a expectativa e torcer pelos nosso atletas nos jogos de quinta!
Para a galera ligada em um dos melhores eventos da música brasileira realizados aqui em Belo Horizonte, fique atento: neste domingo, dia 8, e o no outro, 15, será exibido na Rede Minas, às 15h30, o show “Artistas Mineiros in Concert 2006”, uma homenagem a Gonzaguinha.
Para quem esteve presente no Palácio das Artes no último dia 29 de julho, uma ótima oportunidade para rever o evento. E pra quem não foi, fica a dica de um ótimo programa para domingo à tarde.
Artistas Mineiros, que é idealizado e organizado pela freqüentadora do Célia Xavier, Cristina Amorim (mãe dos amigos Luciana (I Ciclo), Mateus (III Ciclo) e Carolina (IV Ciclo), recolheu inúmeros alimentos na entrada em favor do Lar Espírita Esperança, que entrega cestas básicas para diversas famílias assistidas.